44%
das tarefas de geração de código por IA introduziram uma vulnerabilidade de segurança nos testes.
Fonte: Veracode, 2026 GenAI Code Security Report ↗Segurança ofensiva, processos e governança para a era da IA e do open source
Role ↓
Um repositório. Um time. Um processo de revisão em que você confia.
Cada dependência traz as suas. A maior parte do que roda em produção nunca foi lida por ninguém do seu time.
Assistentes e agentes fazem commit em velocidade de máquina: código plausível, premissas sem revisão, pacotes que talvez nem existam.
Um token de mantenedor roubado. Um script de instalação. Chega ao seu build antes de chegar ao seu changelog.
As evidências
44%
das tarefas de geração de código por IA introduziram uma vulnerabilidade de segurança nos testes.
Fonte: Veracode, 2026 GenAI Code Security Report ↗205.474
nomes únicos de pacotes alucinados em 576.000 amostras de 16 LLMs. Cada um é um nome que um atacante pode registrar.
Fonte: Spracklen et al., USENIX Security 2025 ↗1,23 mi+
pacotes maliciosos de código aberto registrados, com malware open source crescendo 75% em um ano.
Fonte: Sonatype, 2026 State of the Software Supply Chain ↗87%
das bases de código auditadas tinham ao menos uma vulnerabilidade open source, com média de 581.
Fonte: Black Duck, OSSRA 2026 ↗A ANTEMUR é uma empresa de segurança com uma obsessão: o código dentro do seu produto que ninguém do seu time escreveu. Nós o atacamos como um adversário faria, antes que um adversário faça.
ante murum/ˈan.te ˈmuː.rum/latim, “diante da muralha”
O terreno à frente da muralha, defendido pelo redan: uma obra avançada em forma de V, com a ponta voltada para o inimigo. É ela que recebe o ataque primeiro. Esse V é o nosso logo.
A segurança de aplicações tradicional guarda a muralha: seu código, seu perímetro. Os ataques desta década chegam pelo que você importa e pelo que você gera. É ali que nos posicionamos. Só tecnologia não sustenta. Também protegemos os processos e a governança ao redor dela, da política à resposta a incidentes.
Nosso foco / Frente 01
A velocidade mudou. A revisão, não. Auditamos o que assistentes e agentes colocam no seu repositório, e as ferramentas que colocam.
01Pacotes alucinados e slopsquatting
02Padrões inseguros em código gerado
03Segredos expostos em prompts e respostas
04Prompt injection contra agentes de código
05Arquivos de regras e servidores MCP envenenados
06Permissões excessivas de agentes no CI
Nosso foco / Frente 02
Cada pacote, action e SDK é uma decisão de confiança. Mapeamos em quem você realmente confia e o que acontece quando essa confiança quebra.
01Sequestro de mantenedores e roubo de tokens
02Typosquatting e dependency confusion
03Scripts de instalação maliciosos
04Vulnerabilidades transitivas alcançáveis
05Actions de CI e pipelines de build comprometidos
06Componentes abandonados e sem dono
Nosso foco / Frente 03
Software seguro não sobrevive a decisões inseguras. Estruturamos como sua empresa aprova, controla, responde e presta contas pelo risco.
Referências com que trabalhamos
01Governança de segurança, políticas e responsáveis
02Gestão de riscos e reporte à diretoria
03Risco de terceiros e fornecedores
04Política e controles para uso de IA
05Processos de acesso, mudança e desenvolvimento seguro
06Planos de resposta a incidentes e simulações
Principais técnicas
SBOM e AI-BOM do que realmente vai para produção: cada componente, cada origem, cada linha escrita por um agente.
$ sbom.cdx.json / ai-bom.json
Rastreamos os caminhos de chamada dos seus pontos de entrada até cada função vulnerável. A severidade reflete o que um atacante alcança de fato.
$ entrypoint → sink: alcançável
Entrada não confiável seguida da origem ao destino, tanto em código gerado quanto importado.
$ source → sanitizer? → sink
Pacotes suspeitos rodam em sandbox instrumentada. Rede, sistema de arquivos e processos são registrados, não presumidos.
$ postinstall → chamada externa → sinalizado
Prompt injection, abuso de ferramentas e envenenamento de contexto contra seus agentes de código e integrações MCP.
$ injeção → tool call → impacto
Integridade do build avaliada com base no SLSA: actions fixadas, artefatos assinados, tokens restritos e procedência verificável.
$ slsa: revisão da build track
A automação encontra candidatos. Engenheiros provam. Sem prova de conceito funcional, não entra no relatório.
$ poc: reproduzível
Políticas, papéis, controles e evidências avaliados contra a operação real da sua empresa e os frameworks a que ela responde.
$ controle → responsável → evidência
Método
Inventariamos seu código, dependências, agentes, pipelines e processos internos.
Você recebeMapa de exposição
Executamos técnicas de adversários nos caminhos reais de entrada do seu produto.
Você recebeRegistro de ataque
Cada achado vem com passos de reprodução e impacto medido.
Você recebeRelatório de evidências
Correções, políticas e travas entram no seu pipeline. Depois testamos de novo.
Você recebePlano de hardening e reteste
Registro público
2018
Um novo mantenedor ganhou direito de publicação e adicionou uma dependência feita para roubar carteiras de criptomoedas.
2020
Atacantes comprometeram o sistema de build. Uma atualização assinada levou o backdoor a milhares de clientes.
2021
Uma string em uma linha de log significava execução remota de código em uma biblioteca presente em quase todo lugar.
CVE-2021-44228 ↗2024
Depois de anos ganhando confiança como mantenedor, um atacante plantou um backdoor em uma biblioteca central de compressão.
CVE-2024-3094 ↗2025
Uma GitHub Action muito usada foi comprometida e expôs segredos de CI nos logs dos workflows.
CVE-2025-30066 ↗2025
Um worm autorreplicante se espalhou pelo npm usando credenciais roubadas de mantenedores.
2026
Novas ondas do worm voltaram a atingir o npm, e surgiram imitadores depois que o código-fonte vazou.
Referências
Publicados somente com autorização por escrito de cada cliente.
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